Leia os seus relatórios DMARC
Se o seu domínio tem um registro DMARC, os grandes provedores de correio mandam a você um relatório diário (um arquivo XML comprimido) listando todo servidor que enviou correio em nome do seu domínio. É a única lista que você vai receber de tudo que envia como você — inclusive as partes da sua própria empresa de que você já tinha esquecido.
- Funciona inteiramente no seu navegador
- Funciona offline
- Sem envio de arquivos
- Sem registro
- Sem marca d’água
Carregando a ferramenta…
Como funciona
- Salve os anexos de relatório da caixa postal que o seu registro DMARC indica (o endereço rua=), ou arraste-os direto da mensagem.
- Solte todos aqui de uma vez — .xml, .xml.gz e .zip são todos entendidos.
- Olhe primeiro as origens que falham: cada uma é ou algo seu que precisa de conserto, ou alguém falsificando o seu domínio.
Por que nada é enviado
Tudo o que esta página faz é executado por código que roda dentro da aba do seu navegador, com o mesmo motor que desenha as páginas web. O arquivo é lido do disco para a memória da aba, transformado ali e escrito de volta como um download. Ele nunca é enviado a lugar nenhum — nem para nós, nem para terceiros.
Comprove você mesmo
- Abra as ferramentas de desenvolvedor do navegador (F12) e escolha a aba Rede.
- Carregue o seu arquivo e rode a ferramenta.
- As únicas requisições que você vai ver baixam o código da própria ferramenta — e, em algumas ferramentas pesadas, o motor de código aberto delas a partir de um CDN público — mais um pequeno aviso de visita para loreatec.jp (endereço e título da página, nada mais). Nenhuma delas leva o seu arquivo.
Perguntas frequentes
Por que os meus relatórios chegam como .gz e .zip?
O padrão deixa cada organização que reporta escolher. O Google manda .zip; a Microsoft e quase todos os outros mandam .xml.gz. Este leitor abre os três no navegador — o gzip pela descompressão do próprio navegador, o zip por uma biblioteca de código aberto embutida.
Uma origem mostra SPF aprovado e DMARC reprovado. Como?
É o que o DMARC chama de “alinhamento”. Passar no SPF quer dizer que algum domínio autorizou aquele servidor — mas o domínio verificado é o endereço de retorno escondido, não a linha From que os seus destinatários veem. O DMARC exige também que os dois combinem. Um serviço de envio que usa o endereço de retorno dele passa no SPF por si mesmo e falha o alinhamento para você. A correção é configurar um endereço de retorno próprio (return-path) junto ao serviço — ou apoiar-se no DKIM assinado com o seu próprio domínio.
O que devo fazer antes de passar para p=reject?
Toda origem que falha nesta tabela tem que ser identificada. Algumas serão legítimas — um servidor antigo, um CRM, um provedor de pagamentos, um scanner. Cada uma precisa de SPF ou DKIM configurados direito. O que sobrar depois disso é falsificação, e rejeitá-la é justamente o objetivo. Se você mudar para reject com origens não identificadas ainda na lista, correio de verdade vai se perder sem aviso.
Esses arquivos saem do meu navegador?
Não. Eles são descomprimidos e lidos aqui. Isso importa mais do que o normal com relatórios DMARC: eles contêm os endereços IP de tudo que envia em seu nome, o que é um mapa da sua infraestrutura.
E os relatórios forenses (ruf)?
Esses não são resumos — cada um é uma única mensagem que falhou, mandada a você como um e-mail comum. Abra um com o visualizador de .eml ou com o analisador de cabeçalhos. A maioria dos grandes receptores não os manda de jeito nenhum, por razões de privacidade.