Teste o seu e-mail: cole a fonte, receba o veredito

Os testadores de spam conhecidos pedem que você mande um e-mail de verdade para eles, porque precisam de um servidor de correio para recebê-lo. Este site não tem servidor nenhum para receber nada — então, em vez disso, você cola a mensagem, e o navegador faz a análise inteira na sua frente.

Carregando a ferramenta…

Como funciona

  1. Abra a mensagem no seu programa de e-mail e pegue a fonte dela: “Show original” (mostrar original) no Gmail, Ctrl+U no Thunderbird, “View message source” (ver a fonte da mensagem) no Outlook na web. Baixe o arquivo .eml se puder — copiar e colar pode alterar espaços e quebras de linha, e aí a verificação DKIM (que compara a mensagem caractere por caractere) falha.
  2. Cole aqui em cima, ou solte o arquivo .eml na caixa.
  3. Aperte “Analyse” (analisar). Leia primeiro o bloco “Authentication” (autenticação) — ele mostra se a mensagem prova quem a enviou, que é o que mais importa para os servidores que recebem — e depois as regras de conteúdo, cada uma com a sua própria pontuação.

Por que nada é enviado

Tudo o que esta página faz é executado por código que roda dentro da aba do seu navegador, com o mesmo motor que desenha as páginas web. O arquivo é lido do disco para a memória da aba, transformado ali e escrito de volta como um download. Ele nunca é enviado a lugar nenhum — nem para nós, nem para terceiros.

Comprove você mesmo

  1. Abra as ferramentas de desenvolvedor do navegador (F12) e escolha a aba Rede.
  2. Carregue o seu arquivo e rode a ferramenta.
  3. As únicas requisições que você vai ver baixam o código da própria ferramenta — e, em algumas ferramentas pesadas, o motor de código aberto delas a partir de um CDN público — mais um pequeno aviso de visita para loreatec.jp (endereço e título da página, nada mais). Nenhuma delas leva o seu arquivo.

Comprove você mesmo →

Perguntas frequentes

Por que colar a fonte em vez de mandar uma mensagem de teste?

Porque receber uma mensagem exige um servidor de correio, e este site não tem um — tudo aqui roda no seu navegador. A troca é justa: um testador de spam que recebe o seu e-mail pode lê-lo e o guarda por dias; aqui ele nunca sai do seu computador. O que se perde é o endereço do servidor que enviou, como um receptor o veria, então a ferramenta o lê dos próprios cabeçalhos de entrega da mensagem, e deixa você corrigi-lo.

Como ele verifica o DKIM sem servidor?

DKIM é uma assinatura digital que prova que a mensagem saiu mesmo do domínio de quem a enviou e não foi alterada no caminho. Verificá-la exige só duas coisas que os navegadores já trazem embutidas: um jeito de calcular a impressão digital da mensagem e um jeito de conferir uma assinatura contra uma chave pública. A ferramenta prepara a mensagem exatamente como o padrão (RFC 6376) exige, busca a chave pública no DNS pelo nome e confere. Ela é testada contra os exemplos oficiais do RFC 8463, tanto para chaves RSA quanto Ed25519.

O DKIM diz que o corpo não bate, mas a mensagem chegou bem.

Quase sempre a culpa é da colagem. Copiar uma mensagem por um navegador pode alterar tabulações, espaços no fim das linhas e quebras de linha, e a assinatura DKIM cobre o corpo caractere por caractere. Baixe o original como arquivo .eml e solte-o aqui. Se ainda falhar com o .eml, alguma coisa de fato mudou o corpo depois de ele ter sido assinado — um rodapé de lista de discussão, um aviso acrescentado por um antivírus, ou um servidor de encaminhamento.

A pontuação é a mesma daquela conhecida, de zero a dez?

Não, e ela não finge ser. É o nosso próprio conjunto de regras, e cada regra está listada na página com a sua pontuação, então dá para ver exatamente de onde veio o número. Nenhuma pontuação consegue prever onde uma mensagem vai cair: o fator maior é a sua reputação como remetente junto a cada receptor, e isso é invisível de fora — para qualquer um, inclusive para as ferramentas pagas.

Por que algumas listas de bloqueio aparecem como “não verificáveis”?

Uma lista de bloqueio é uma lista pública de endereços conhecidos por enviar spam. Algumas delas se recusam a responder perguntas que chegam por serviços públicos de DNS, e um navegador só consegue perguntar por serviços públicos de DNS. A Spamhaus, a URIBL e a SURBL respondem com um código que quer dizer “não vou te contar”. Informar isso como “limpo” seria o tipo mais perigoso de erro, então a ferramenta as nomeia e liga para as páginas de consulta delas. As quinze listas que respondem são verificadas normalmente.

Dá para verificar uma mensagem sem rede nenhuma?

Dá — desmarque a caixa de DNS. Tudo que pode ser verificado só a partir da mensagem continua rodando: cabeçalhos, rota de entrega, estrutura, HTML, links, exigências legais e a verificação do corpo pelo DKIM. Só as partes que realmente precisam de DNS ficam marcadas como “não verificadas”.