Veja o que está escondido dentro de um arquivo, e remova

Todo arquivo diz mais sobre si mesmo do que o próprio conteúdo. Isto lê tudo — uma caixa só, qualquer formato — e, onde dá para recortar os dados sem recodificar, um botão faz isso.

Carregando a ferramenta…

Como funciona

  1. Solte qualquer arquivo. O tipo é lido dos primeiros bytes, então renomear a extensão não engana a ferramenta.
  2. Leia o que saiu, agrupado: The file itself (o arquivo em si), Camera or device (câmera ou aparelho), Dates (datas), Location (localização), Software and editing history (programas e histórico de edição), People, company, comments (pessoas, empresa e comentários) e Identifiers that can be traced (identificadores rastreáveis).
  3. Aperte “Download a cleaned copy” (baixar uma cópia limpa). A ferramenta lista o que a cópia perde e o que não dá para remover sem recodificar.

Por que nada é enviado

Tudo o que esta página faz é executado por código que roda dentro da aba do seu navegador, com o mesmo motor que desenha as páginas web. O arquivo é lido do disco para a memória da aba, transformado ali e escrito de volta como um download. Ele nunca é enviado a lugar nenhum — nem para nós, nem para terceiros.

Comprove você mesmo

  1. Abra as ferramentas de desenvolvedor do navegador (F12) e escolha a aba Rede.
  2. Carregue o seu arquivo e rode a ferramenta.
  3. As únicas requisições que você vai ver baixam o código da própria ferramenta — e, em algumas ferramentas pesadas, o motor de código aberto delas a partir de um CDN público — mais um pequeno aviso de visita para loreatec.jp (endereço e título da página, nada mais). Nenhuma delas leva o seu arquivo.

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Perguntas frequentes

Quais formatos dá para limpar de verdade?

As imagens JPEG, PNG, WebP, GIF, HEIC e SVG; os vídeos MP4, MOV e Matroska (WebM/MKV); os áudios MP3, WAV, FLAC e M4A; o PDF; e os arquivos do Word, Excel, PowerPoint e OpenDocument. TIFF, RAW de câmera, Ogg e AVI são lidos, mas não limpos: neles os metadados estão amarrados à estrutura, e recortá-los significa reconstruir o arquivo. A ferramenta mostra em qual dos casos o seu arquivo está.

Limpar muda a imagem ou o som?

Não. Nada é recodificado. Os dados de imagem e de áudio são copiados byte a byte e só as seções de metadados são recortadas ou sobrescritas. Em um MP4, as caixas de metadados são substituídas por espaço livre do mesmo tamanho, então nem um byte de vídeo sai do lugar.

O que não dá para remover?

A assinatura que o próprio codificador deixa dentro do fluxo comprimido — o x264 e o LAME escrevem a versão deles ali — e coisas como as tabelas de compressão de um JPEG, que mudam de fabricante para fabricante e estreitam o cerco sobre o que produziu o arquivo. Chegar até isso exige recodificar, o que custa qualidade. O controle de alterações e os comentários de um arquivo do Word também ficam onde estão: eles são conteúdo, não metadados, e removê-los mudaria o documento. Aceite ou rejeite as alterações no Word antes de enviar.

Devo me preocupar com a localização em uma foto?

O celular guarda o ponto exato, a menos que você diga o contrário, e qualquer pessoa para quem você mandar o arquivo consegue ler. Em uma foto de viagem raramente importa; em uma foto da sua casa, da obra de um cliente, ou de qualquer coisa publicada em aberto, é o campo mais sensível do arquivo. Sempre que aparece, ela é sinalizada com clareza, junto com as coordenadas.

Por que ele ignora a extensão do arquivo?

Porque qualquer um pode renomear um arquivo. O tipo é decidido pelos primeiros bytes — o número mágico com que todo formato começa. Quando o nome e os bytes discordam, isso também é mostrado, e muitas vezes é o dado mais interessante.

O arquivo é enviado?

Não. Você normalmente está aqui porque um arquivo pode dizer mais do que deveria, e analisar isso no servidor de outra pessoa acabaria com a ideia. A leitura e a remoção acontecem as duas nesta aba, e a cópia limpa é montada no seu dispositivo.